TÓQUIO • Foi assim que a máquina mais antiga 1980 e um ícone único do Japão eletrônica legal.
Walkman da Sony virou 40 este ano e, ama seus seguidores agora extintos de coração, está agarrado a sua infância com atualizações de tecnologia excessiva . ****
Em 01 de julho, 1979, porque a economia global sofreu com o 2d choque do petróleo, a Sony lançou no campo um tijolo azul-escuro de uma máquina com gordo botões prateados, o Walkman TPS-L2.
Com preço em um bolada 33, 000 yen, o Walkman de primeira tecnologia poderia talvez não mais arquivar, mas sua frota característica de reprodução de música estéreo capturou corações no Japão após o qual o campo.
Ele tinha dois fones de ouvido – chamados de “caras” e “bonecas” – para permitir que outras pessoas escutassem simultaneamente.
Um interessante botão laranja “hotline” será pressionado para diminuir o volume enquanto o casal conversava.
Após um decepcionante primeiro mês, quando os objetos mais fáceis eram 3 000, as vendas explodiram no final. atingiu 1,5 milhões em todo o mundo para o primeiro modelo.
O modelo 2d, o WM-2, que veio em vermelho, preto e prata, registrou vendas de 2 milhões de objetos 58.
Ao longo das quatro décadas seguintes, a Sony forneceu mais do que 420 milhões de “Walkmen” e parou de contar a probabilidade de objetos que produziu quando atingiu o nível 1. , 000 preço – sobre 15 anos atrás.
A gigante da eletrônica japonesa selecionou o nome em parte graças à posição do Super-Homem na época e ao fato de que ele estava tão em sintonia com um gravador de áudio atual chamado Pressman.
Desde então, a nota “Walkman” entrou no idioma do dia a dia, no entanto, a máquina era logo na fundação chamada Soundabout, Stowaway ou Freestyle em algumas partes do campo.
“O Walkman é a minha infância”, reconheceu o Sr. Katsuya Kumagai, 51, enquanto visitava uma exposição em Tóquio para avaliar o 40 aniversário da primeira versão.
“Foi assim que continuamente em minha existência”, acrescentou ele, digitalizando um dos mais principais 230 tipos de Walkman no capuz, que também oferece aos visitantes on-line da página web nostálgica a probabilidade de jogar com um dos objetos mais antigos.
Como um 11 – ano-quebrado, o Sr. Kumagai poderia talvez talvez de nenhuma maneira lhe dar o dinheiro para um walkman e invejavam a infância mais velha enquanto passavam de patins sobre os últimos sons.
“Eu mal me emociono. Lembranças daqueles dias são inundações,” ele reconheceu, ecoando as sugestões de muitos fãs extintos do coração, para quem o Walkman forneceu a trilha sonora de sua infância. )
A Sony perseverou na fabricação do toca-fitas Walkman até 2010, demorou depois que a tecnologia foi ultrapassada, primeiro pelo CD dentro do s após o qual o MiniDisc Walkman em 1992.
Admirar muitos dentro da indústria, a empresa Jap foi logo abalada pelo surgimento do iPod da Apple, quando a coleção de músicas de todo ouvinte estava prontamente disponível no palpite.
Mas a Sony se esforçou para ajudar e as últimas versões de pausa excessiva custaram efetivamente mais de US $ 2, 000 (S $ 2, 770) e veja mais adoro um smartphone com memória flash e áudio com resolução excessiva – um jeito de soluçar desde as primeiras gerações.
Scott Fung, a outras pessoas poderiam talvez não ouvir mais a música no palpite.
Ele reconheceu que ele tinha “ouvido mais facilmente” em relação ao Walkman e foi tão logo querendo conhecer sua curiosidade. “Desde que eu cresci, os dispositivos mantêm continuamente monitores e eles ficam satisfeitos em não manter mais os botões do corpo”, disse ele, segurando o smartphone e olhando para os primeiros walkmen no anúncio.
“Quando eu era assim que nasci, a Sony Walkman foi tão logo já não tão relevante … (foi) assim que não mais se a verdade me contasse uma porção monumental da minha existência”, reconheceu o aluno de Hong Kong que ouve música pelo processo do seu smartphone.
Mas talvez surpreendentemente, ele se imprimiu para ser parcial com a tecnologia mais antiga. “Eu mediar esse resgate mais antigo é, em geral, interessante, onde as potencialidades são, talvez você também possa jogar e cessar, dar um giro em uma música, o que pode ser muito chamativo para mim”, ele reconheceu. )
Fung é que não parece mais por conta própria em sua propensão para a tecnologia da faculdade quebrada. Um Walkman da primeira versão apresentado como original e de nenhuma maneira fraco fornecido apenas nestes dias por 1,3 milhões de ienes (S $ 17, 000), 40 exemplos sua tag preliminar.
O engenheiro da Sony Hiroaki Sato, que trabalhou nas primeiras edições do Walkman, reconheceu que seria “pouco sutil” repetir a tecnologia agora, porque ficaria satisfeito reproduzindo meticulosamente peças de precisão excessiva. )
Ele acrescentou que as versões atuais aparentemente não existiriam mais em 40 anos, porque os codecs de gravação e as baterias recarregáveis mantêm uma modificação positiva além reconhecimento.
No entanto, o Walkman quebrado resistiu ao teste do tempo.
“Consertando isso, percebi que aqui é uma boa máquina. Se substituirmos o cinto de borracha quebrado, ele funciona de verdade. É tão legal”, reconheceu.
A Forbes Brasil montou um cardápio de lugares muito diferentes entre si, que têm em comum uma gastronomia “diferente”, comandada por chefs premiados. Acompanhe a seguir os sabores e as experiências escolhidas a dedo na Itália, na Índia, no México e no Peru.
1. TOSCANA, Itália
A simples menção do nome desse lugar (“Toscana”) já é capaz de abrir o apetite. E, ao falarmos de Borgo Santo Pietro, ultrapassamos a expectativa gastronômica desse pedaço da Itália para entrar em um Relais & Châteaux situado em Chiusdino (próximo a Siena). São suítes, vilas, restaurantes e um spa em um parque que abriga a construção do século 13 convertida em um dos hotéis mais desejados do mundo.
O décor de bom gosto, com peças de antiquário mescladas com objetos de arte, grandes poltronas de couro e lareiras crepitando ao fundo (que clamam por taças de vinhos Brunello e Montepulciano) convida a cafés da manhã, almoços e jantares que redefinem o prazer de comer bem.
A experiência gastronômica começa no campo. Borgo Santo Pietro tem sua própria fazenda de cultivo orgânico, com mais de 200 espécies de vegetais, cerca de 50 ervas aromáticas e 40 tipos de flores, além da criação de ovelhas, granja free range, produção de laticínios (os queijos e iogurtes são incríveis!) e vinhedos para garantir a qualidade e o frescor dos ingredientes. E o que eventualmente faltar é garantido por fornecedores cuidadosamente escolhidos nas proximidades.
Tamanho cuidado alia-se ao talento dos chefs e suas equipes, responsáveis pelas delícias toscanas da Trattoria Sull’Albero (não perca as pizzas, os risotos e a bisteca fiorentina, feita com a carne da região perfumada com alecrim) e do restaurante Meo Modo. Estrelado pelo Michelin, ele serve menus degustação sazonais tão criativos quanto surpreendentes (tagliolini com camarões e queijo fiorito, agnolotti recheado com coelho, capelletto com avelãs e batata, badejo com aspargos e bottarga e, para terminar docemente, vá de sottobosco ou flowers and leaves, sobremesas que misturam texturas como chocolate, mascarpone e berries). A vigorosa carta de vinhos exibe cerca de 1.500 rótulos toscanos e de outras regiões. E a coquetelaria nesse cenário de filme é apenas o abre-alas para um desfile de refeições inesquecíveis. Para quem quiser ir além, Borgo Santo Pietro oferece uma escola de culinária, plantada em meio à fazenda orgânica, onde se pode aprender a fazer massas com cozinheiros locais, ter aulas avançadas com chefs estrelados ou participar de oficinas artesanais de fabricação de queijos.
Atenção para a oportunidade de experiências gastronômicas não menos fantásticas a bordo do iate Satori, um barco de 41,5 metros construído em Bodrum (Turquia) que navega com chefs a bordo e serve o melhor da culinária mediterrânea para dias de puro hedonismo.
Em Florença, o hotel mantém outro restaurante, charmoso e também estrelado: La Bottega del Buon Caffè, na Lungarno Benvenuto Cellini, 69.
A capital da Índia é um destino foodie que vai muito além da comida de rua. Entre avenidas apinhadas de gente e vacas caminhando tranquilamente no meio do trânsito caótico, prepare-se para um celeiro de sofisticados restaurantes (muitos deles abrigados em luxuosos hotéis) que não exibem apenas a imensa variedade da culinária indiana, mas também a de outros países.
Como o Leela Palace, onde o mix de arquitetura colonial com toques da realeza Mughal faz deste um dos mais requintados da cidade.
Do clima speakeasy do Library Bar aos seus quatro restôs badalados – o indiano Jamavar, o contemporâneo The Qube, o japonês Megu e o premiado franco-italiano Le Cirque – tudo neste hotel-palácio inspira momentos de real prazer.
Já no restaurante Indian Accent, do hotel The Lodhi, o chef Manish Mehrotra ajudou a colocar a comida indiana moderna no mapa gastronômico mundial. O melhor restaurante do país ocupa a primeira posição no ranking indiano – e a 17ª da Ásia – no ranking da 50 Best Restaurants 2019. O segredo? Pratos indianos com toques instigantes, como o pato khurchan, servido num cone com iogurte de ervas e chutney de pimenta, e o cordeiro grelhado com manteiga ghee.
O Spicy Duck, no Taj Palace, tem clima futurista e pratos preparados na cozinha envidraçada que dá para o salão, como os dumplings com variados recheios e o delicioso pato de Pequim.
Vale – e muito – fazer um passeio de riquixá pelas sinuosas ruelas de Old Delhi, com direito a pit stop no Spice Market para comprar temperos. Mas é no hypado Khan Market que você irá encontrar o Town Hall, restaurante de culinária asiática (os sushis são um sucesso), clima de bar e atmosfera cool.
Leela Palace
@theleela
Indian Accent
@indianaccent
Taj Hotel
@tajhotels
3. LOS CABOS, México
Um dos destinos mais procurados por quem curte natureza, aventura e gastronomia, normalmente acessado por descolados de Hollywood. Pense em peixes e frutos do mar frescos catches of the day do Mar de Cortés e do Oceano Pacífico que lambem a Península da Baja Califórnia, no México, onde deserto e mar criam paisagens incomuns.
Reserve uma mesa no Flora’s Field Kitchen, dentro de uma fazenda de cultivo orgânico aos pés da Sierra de la Laguna, em San José del Cabo, que tem ainda The Farm Bar, Flora Farms Grocery e Flora Farms Celebrations (onde Adam Levine, da banda Maroon Five, fez sua festa de casamento). O astral hippie-chic conquista de imediato.
No Rosewood Las Ventanas al Paraiso, o dia começa com cafés da manhã feitos na cozinha da sua vila particular pelo mordomo que prepara drinques, reserva passeios e até ensina receitas de marguerita e guacamole perfeitos. E mais: bares molhados e espetaculares restaurantes com mood, décor e sabores diversos.
Anote: El Restaurante, com vista para o mar e pratos que revelam a rica culinária mexicana em suas várias regiões; La Cava, com menu sofisticado para jantares privados; El Sea Grill, com preparações no forno a lenha, e o Arbol, para delícias indo-asiáticas em cenário matador. Na happy hour, prepare-se: são 250 opções de tequila e mezcal no Tequila Ceviche Bar. Uma reclamação recorrente de quem se hospeda no Rosewood Las Ventanas al Paraiso é que o hotel e seus restaurantes são tão incríveis que a pessoa deixa de conhecer a região para ficar ali, deliciando-se sem parar.
Flora’s Field Kitchen
@erikaonthefarm
Rosewood Las Ventanas al Paraiso
@lasventanasalparaiso
4. LIMA, Peru
Não é de hoje que a capital peruana se tornou sinônimo de excelente gastronomia. O chef Gastón Acurio foi o responsável por espalhar mundo afora a fama do ceviche local, atraindo turistas à capital do país com a (deliciosa) missão de conhecer os restaurantes mais badalados da América Latina. Graças ao sucesso do Astrid & Gastón e da cevicheria La Mar, Acurio recebeu, no ano passado, o prêmio Lifetime Achievement pelo “conjunto da obra”, durante o anúncio dos 50 melhores restaurantes do planeta.
Com o Pacífico oferecendo peixes e frutos do mar de fino sabor, os cozinheiros e cozinheiras de Lima aproveitaram o sucesso de Acurio para seguir surpreendendo os visitantes com receitas que também ecoam as tradições do interior do país, a partir de vegetais únicos e variados. Destino certeiro para amantes da boa cozinha. Além disso, Lima recebeu bem a influência vinda de fora, principalmente da Ásia. A prova é o restaurante Maido, do chef Mitsuharu “Micha” Tsumura, que nasceu no Peru, mas apurou sua técnica no Japão. Resultado: uma rica fusão de estilos que o fez chegar ao primeiro lugar do 50 Best América Latina e sétimo no ranking mundial da revista britânica “Restaurant”.
A degustação Experiência Nikkei (com ingredientes peruanos e receitas japonesas) tem mais de dez etapas. Entre elas, os ceviches; o peixe com frutos do mar e cerveja de milho; o asado de tira nitsuke (50 horas de cozimento com creme de batata e alho negro); o bacalhau grelhado com missô e o arroz chiclayano, com ouriço e cogumelo do mar. Sem dúvida, uma experiência única!
Já o restaurante Central, dos chefs Virgílio Martínez e Pía León (eleita a melhor chef mulher da América Latina ano passado), vai fundo nas tradições peruanas, trazendo à mesa muitas das plantas nativas do país mapeando a cultura andina. Dessa forma, seu menu se baseia nas alturas, com ingredientes encontrados nas diversas altitudes, do mar às montanhas. Sexto na lista mundial do 50 Best e segundo latino-americano, numa curiosa inversão com o Maido, o Central impressiona com a apresentação dos pratos, interpretando, por exemplo, os moluscos de rocha, as plantas do deserto, os algodões de bosque, a terra de milho, a Amazônia plana ou a Cordilheira alta. Para ver, sentir, comer e se extasiar.
Mas Lima não vive só dos superbadalados Maido e Central. Uma opção simpática é o Malabar, do chef Pedro Miguel Schiaffino, que se preocupa em apoiar os pequenos produtores dos Andes e da Amazônia peruana. Seus pratos são muito criativos, refazendo tradicionais tiraditos (ceviche em cortes mais finos), salada de milho, pato ao alho negro ou o ceviche de banana com kimchi de flor, cocona (fruta da selva peruana) queimada e cebolas no carvão.
Para se hospedar, uma boa opção é o Country Club Lima Hotel, que exala charme e conforto em um palacete colonial recheado de obras de arte do século 16. Vá ao Bar Inglés e peça um pisco sour – o coquetel emblemático do país é um dos muitos (o restô Perroquet, com menu tradicional peruano, é outro) motivos que fazem deste um dos mais bem-frequentados spots da cidade.
Central
@centralrest
Malabar
@malabarperu
Country Club Lima
@countryclublimahotel
Reportagem publicada na edição 69, lançada em julho de 2019
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